Você sabe o que existia no morro do Corcovado antes de construírem o Cristo Redentor? Antes de criarem a nossa orgulhosa maravilha do mundo existia um mirante chamado Mirante do Chapéu do Sol e foi construído primeiramente em madeira no ano de 1885.
E você o que preferiria se vivesse naquela época? Mirante ou Cristo?
Você sabia que o Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra na melodia tocada na introdução? Pois é eu também ia morrer sem saber, mas a Sra. Ana Arcanjo vai nos ensinar. Reparem que ela não está lendo e muito menos ficou acordada a noite inteira decorando. Ela aprendeu na escola e nunca mais esqueceu. Com o passar do tempo a letra entrou em desuso.
Existe um serviço na internet que permite que você veja como eram os layouts dos sites desde os primórdios da Internet. Achei um serviço muito bacana porque você pode por exemplo saber como era o site do Brogui em 2004.
O WayBackMachine é bem fácil de usar. Basta você inserir o endereço do site que você quer no campo específico e clicar no botão “Take me Back”. Aparecerão os resultados por ano. Em alguns casos terão o link terá um asterístico (*) do lado, informando que naquela data o site foi atualizado.
É bom lembrar que mesmo que o link apareça pra certa data, por algum motivo que ainda não descobri qual é o site antigo não abre, mas não desanime, tente outros links e logo você poderá ver a versão antiga dos sites.
Vou colocar alguns exemplos de blog aqui, mas você pode tentar por exemplo globo.com, UOL. IG. É bem divertido, eu garanto.
Esses são apenas alguns exemplos. É claro que nem todos os sites que vocês conhecem hoje existem a tanto tempo, mas com certeza vocês notarão as mudanças.
Essa é nova. Os caras implantaram uma câmera Cannon Vixia HF20 HD num balão, e o deixaram o subir até os limites do planeta. O equipamento conseguiu captar os limites do espaço. Esse vídeo é considerado o primeiro vídeo amador do espaço.
Quer saber mais? Visite o site do projeto (Em inglês)
Ontem lendo o Brogui, li um post falando sobre a possibilidade de daqui a 20 anos sermos imortais. Tudo devido a nanotecnologia que poderá funcionar até melhor que um orgão humano original.
Fiquei empolgado com ideia, por saber que resta muito pouco tempo para enfim, o homem vencer a morte. Mas outra pergunta assolou minha cabeça: eu quero mesmo ser imortal?
Nós seres humanos queremos a eternidade porque não temos 1% da ideia do que é o eterno. Algo que não acabe deve ser ser muito sacal. O finito te dá a possibilidade de aproveitar melhor as coisas e com mais prazer. Exemplos do nosso dia-a-dia é que não faltam, e certamente viver não está fora dessa questão.
Imagina, por exemplo, se o Domingão do Faustão fosse eterno? E se o Lula fosse presidente eternamente? Será que se você tivesse aquela comida que você ama para sempre, você a amaria tanto quanto ama agora?
As mais antigas lendas dizem inclusive que a eternidade é um tormento, e não uma dádiva. Vampiros e Highlanders são esses exemplos. Eles aprendem tudo, sabem tudo, e? O que se fazer com tanta sabedoria, tanto conhecimento?
O mundo com imortais seria caótico ao extremo. Primeiro, jogaremos no lixo todo o conhecimento de Malthus. E daí por diante você pode começar a enumerar os problemas, como pouca comida para zilhões de habitantes (imagino que com a nanotecnologia não seria mais necessário comer, mas e qual a graça se eu vivo pra comer?), pouco espaço para muita gente, esse seria o problema principal, a não ser quem alguém se importasse em viver na Antártida já que será imortal e não terá problema algum viver a 50 graus abaixo de 0.
Um outro lado da imortalidade é o glamour da morte. Heróis estão mortos, aliás são heróis porque morreram, ninguém precisa de um zé mané vivo para sempre. Sendo imortal acabariam-se os heróis, já que ninguém vai precisar passar informação pra ninguém, todo mundo ia saber tudo e na verdade virariamos cada um o seu próprio mundo dentro do seu poço de individualidade.
Não falarei nem do lado espiritual para não entrar em conflito com o credo cada um temos. Mas seriam explicações para quase um livro.
É claro que a imortalidade tem vantagens, quem não gostaria de estar presente em todos os momentos da história daqui em diante? Mas será que essa história seria interessante quando o ser humano cair em sim que não há nada mais para se descobrir ou fazer?
Aumentaria significativamente o número de suicídios.
A biblioteca como conhecemos está agonizando. Levando consigo suas moças silenciosas, seu cheiro de umidade e suas infindáveis prateleiras de livros.
Os livros estão sendo deixados de lado por centrais de aprendizado digitais e áreas de jogos. Salas barulhentas que promovem discursos públicos e projetos em grupo estão tomando o lugar do silêncio. Funcionários modernos que blogam, papeiam pelo twitter e pouco se importam com a Classificação Decimal de Dewey se distanciam cada vez mais do velho estilo de bibliotecas.
E isso é apenas o começo. Segundo relatos, o sistema bibliotecário vai sofrer por uma transformação completa que vai muito além dessas mudanças visuais.
Autores, editoras, bibliotecários e web sites, continuam lutando contra os esforços do Google em digitalizar todos os livros do mundo e criar a maior biblioteca online já vista. Enquanto isso algumas bibliotecas reais já assumem que os livros reais vão sofrer grande diminuição ou praticamente não existirão mais para exerce o papel de educar o público.
Alguns livros ainda existirão, contudo muitos serão digitais. Mas os objetivos das bibliotecas permanecerão os mesmos: um lugar onde as pessoas possam livremente obter e compartilhar informações.
As pessoas têm se acostumado a ir na internet para buscar as mesmas informações que elas conseguiriam lendo um jornal. Agora elas vão no Facebook, Digg e Twitter para falar de suas próprias vidas e as notícias do dia. Bibliotecários visionários estão tentando criar o mesmo sistema nas bibliotecas públicas. O único fluxo existente para levar informação ao cliente já não é mais tão bom quanto antes.
Algumas bibliotecas por exemplo, configuraram um sistema de twitter e mensagem de texto. Ela monitora as conversas nas redes sociais online e usa essas informações como inspiração para grupos de discussão e programas a serem realizados dentro das bibliotecas.
Já outras bibliotecas criaram um espaço virtual onde crianças por exemplo podem gravar vídeos e músicas, além de terem blogs dedicados a jogos e também são cedem o espaço para campeonatos de vídeo-game.
Uma biblioteca na Dinamarca criou o seguinte sistema: Ela criou colunas como por exemplo a Info Coluna onde os clientes compartilham estórias a info galeria onde se compartilham mapas com descrições dos lugares.
As bibliotecas sempre tiveram dois papeis importantes para a sociedade: Uma lugar onde as pessoas podem obter informações gratuitas e uma comunidade para debates cívicos.
Com os livros tornando-se cada vez mais online, o papel dessas comunidades se tornarão incrivelmente importantes para as bibliotecas.
Depende apenas do que você prioriza, é questão de investimento de fundos, mas sempre há espaço para esse sistema mesmo que todos os recursos sejam digitais.
Algumas bibliotecas estão focando em assuntos que somente elas possuem o que aumentaria a audiência para determinadas questões.
A bem da verdade, querendo ou não os livros podem um dia sim acabar, mas o papel das bibliotecas permanecerá inalterado para evolução do conhecimento humano.
Comentários desativados
O brasileiro, como sempre, adora dar novos significados às palavras já existentes e depois ninguém mais sabe o que dizer para expressas qualquer coisa e tudo fica com ideia dubia.
Por que estou aqui no blog dizendo que o Petkovic é um grande mercenário? Explicarei nas linhas a seguir.
Antes de mais nada vamos colocar a definição de “Mercenário” pela Wikipedia.
Mercenário (do latim mercenariu, de merce = comércio) é o nome pelo qual é chamado aquele que trabalha por soldo ou pagamento[1]. O termo designa, especificamente, os soldados que lutam objetivando o pagamento ou a divisão dos despojos, sem ideais ou fidelidade a um estado ou nação.
Depois da definição acho eu que nem precisaria mais explicar, mas ainda sim o farei para que a nossa cultura mude um pouquinho, para na hora de reclamar, sabermos como falar exatamente, sem falar besteira por aí.
O Petkovic é um dos maiores mercenários do Brasil porque como diz a definição ele trabalha por pagamento e sem fidelidade. Porém, isso não quer dizer que ele jogue mal e tão pouco, vai para um clube apenas pelo dinheiro. Quem vai por dinheiro e não joga nada, fica de chinelinho o dia inteiro, lesão pra lá, lesão pra cá, noitadas, isso não é mercenário, isso é enganador.
Ele é um cara que tem um serviço (futebol) e vende esse serviço para quem contratá-lo, sem FIDELIDADE, ele não vai beijar o escudo do clube, mas certamente ele deixará aquela torcida feliz em muitos momentos com seus gols e sua genialidade.
Genialidade sim, tenho certeza que a maioria dos clubes pelo qual passou no Brasil as pessoas ficaram com saudades dele.
Ganhar não depende só dele, depende de uma série de coisas, que não cabe aqui lembrar, mas é certo que o sérvio cumpre com o que pagam, se pagam por futebol, terão futebol.
Acho importante que algumas palavras não se perpetuem com uma conotação tão negativa. Mercenário nunca foi e nem jamais será algo ruim. Ele sempre dará resultados.
E que fique claro que o Petkovic é apenas uma ilustração para o post desenvolvido sobre mercenários, e que jamais exporei alguma opiniçao técnica-tática sobre futebol nesse blog, porque aqui não é ringue de torcida.
Comentários desativados
Num país cheio de desgraça como o Brasil, nada melhor que rir para esquecer um pouco essa avalanche de descaso e corrupção. Hoje a internet bomba com sites e blogs que buscam entreter o navegante.
Mas com esse bom geométrico da popularidade da grande rede, o que era trabalho apenas para alguns acaba virando trabalho para todos. Uma democrica como ela dever: desordenada e sem garantias. Cada um decide o que é bom para si e sigamos em frente.
A classe de comediantes foi a que mais cresceu. Colocar seu trabalho na internet virou quase que obrigação para todos eles para que divulgarem seu trabalho sem precisar passar por testes e testes com os tubarões da mídia tetral e televisiva. O conteúdo chega direto no maior interessado: o público.
Muito bom para nós que estamos querendo cade vez mais conteúdos inéditos, em razão da grande quantidade desses trabalhos serem disponibilizados quase que sob demanda com a popularização do Twitter e do Justin.
Mas será que a internet realmente ajuda essas pessoas a se manterem na mídia? O twitter ficou tão popular, que hoje já é considerado burrice você não ter um para divulgar seu trabalho e a maior parte desses comediantes não ficaram pra trás.
Só que o twitter é uma ferramente tão poderosa, tão rápida, tão direta, que acaba sendo um inimigo para esse comediante. O principal motivo é que ele fica praticamente fadado a escrever só piadas, afinal ninguém quer saber se o Danilo Gentili foi fazer compras ou está doente, e confesso que não só ele mas todos acaba perdendo um pouco a “graça”.
Não que eles sejam ruins, a maioria são ótimos comediantes, mas num ambiente onde as pessoas esperam 24 horas por dia por uma twittada, é claro que nem sempre as piadas são tão boas e isso acaba desgastando um pouco a imagem de todos eles.
Acho que os profissionais da comédia, deveriam observar isso para preservar a classe. A comédia é mais difícil de ser feita que um drama. É muito mais fácil fazer uma pessoa chorar do que rir, ainda mais pagando. Há de haver valorização no que é feito.
É necessário que se faça preservar a consistência do que é dito. O que vejo hoje é um brainstorm de piadas jogadas no vento. Alguns mandam tão mal às vezes que fico pensando como ele virou comediante. E chego a conclusão: eles são bons comediantes sim! Ensaiando, treinando, repassando as piadas como todo profissional antes de qualquer trabalho. Agora colocar a cara a tapa achando que sempre tem uma tirada na ponta na língua, vão acabar se queimando, e perdendo força.
Como eu não sou comediante (aliás nem sei o que eu sou) eu continuarei com meu lampejos de blogger e sempre tentar falar sobre o que eu quiser. Já eles, até na hora de cagar terão que pensar na próxima tirada que terão que colocar no Twitter. Boa ou não.
Em frente ao jornaleiro lendo as notícias diárias me deparei com a revista Mundo Estranho. Essa revista da editora Abril fala sobre a famosa “Cultura Inútil” coisas até interessantes mas que você não morreria se não as soubesse.
Eu me considero um fã desse tipo de cultura porque gosto de aprender “no matter what”, por isso verifiquei o que ela tinha a oferecer vi na capa o título “As 10 fobias mais bizarras”.
Não comprei a revista, mas fiquei interessado no assunto e fiquei impressionado com a quantidade de fobias estranhas reais que existem por aí. Quando eu digo reais é porque não pegaram apenas as palavras no latim e juntaram com a palavra fobia que nada mais é medo em latim e criou-se a doença, elas realmente existem!
Citarei algumas que achei pela Internet.
Eu sei que alguns palhaços exageram no visual e ficam feios de verdade que podem até assustar uma criança, mas a verdade, é que existe sim pessoas com medo mórbido de palhaços simplesmente pelo fato de ser um. Observem:
Sim, existem! É claro que para nós super-poderosos pode ser algo engraçado, mas vendo o vídeo eu fiquei angustiado com o terror da mulher em apenas ouvir um balão de festas estourando. Geralmente é algum trauma passado porque a própria pessoas não consegue explicar o que a levou a ter esse medo. Balões!!!! Vai entender…
Ter fobia por pêssego já é estranho, mas um cara do tamanho dele ter medo incontrolável disso ? No mínimo preocupante, o cara tem porte pra sair na porrada com o Mike Tyson mas se eu chegar perto dele com um mísero e minúsculo pêssego ele sai correndo.
Comentários desativados